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março 26, 2013 Falando de Concurso Cultural // Editora iD

Concurso Cultural: Meu Amigo Imaginário


Quando imaginamos alguma coisa, nossa mente oferece diversas possibilidades. Pode ser desde a coisa mais simples à mais complexa, sempre temos várias combinações que podem ser feitas. É por isso que o Pronome Interrogativo e a Editora iD querem saber: Como seria seu amigo imaginário? O vencedor que tiver o desenho mais criativo ganhará o livro Memórias de Um Amigo Imaginário!

Para participar é bem fácil! Basta curtir a página do Pronome Interrogativo e da Editora iD no Facebook, criar seu amigo imaginário, scanear, tirar uma foto ou simplesmente salvar, caso você o faça no computador, e enviar para contato@pronomeinterrogativo.com com o título Concurso Cultural Meu Amigo Imaginário. Seja criativo!

Então corra e participe! Você tem até o dia 15 de abril para participar. O resultado será divulgado no dia 18 com o desenho mais criativos. Boa sorte!

REGULAMENTO
  • Este é um concurso de caráter exclusivamente cultural, sem qualquer modalidade de sorteio ou pagamento, nem vinculado à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço, aberto a todos interessados em participar, nos termos da Lei 5.768/71 e do Decreto n° 70.951/72 e que será realizada até o dia 13 de abril de 2013, nas condições abaixo discriminada:
  • Para participar, o interessado deverá curtir a página no Facebook do Pronome Interrogativo e da Editora iD, criar um desenho ou qualquer arte que mostre como seria seu amigo imaginário caso tivesse um e enviar anexo para o e-mail contato@pronomeinterrogativo.com com o título Concurso Cultural Meu Amigo Imaginário;
  • A Editora iD e o blog Pronome Interrogativo não se responsabiliza por gastos que a obra possa ter. Qualquer custo decorrente é de responsabilidade do participante;
  • As participações poderão ser enviadas via internet até as 23:59:59 do dia 15 de abril de 2013. O ganhador será contactado via e-mail, o mesmo pelo qual enviará o desenho, até o dia 22 de abril de 2013 para o envio de seu endereço;
  • Não serão aceitas participações maliciosas, preconceituosas ou que não se refiram ao tema acima especificado;
  • As participações recebidas após a data acima estabelecida ou que não vierem acompanhadas de todas as informações adicionais solicitadas estarão automaticamente desclassificadas;
  • Cada concorrente poderá participar apenas com 01 (um) desenho;
  • A escolha dos vencedores do concurso será feita por uma comissão julgadora indicada pela criadora do blog que levará em conta os critérios de criatividade e adequação ao tema do concurso, sendo sua decisão soberana e irrecorrível;
  • O(a) interessado(a) em participar do concurso declara, desde já, ser responsável pela autoria da participação encaminhada e que a mesma não constitui plágio ou violação de quaisquer direitos de terceiros, ao mesmo tempo em que cede e transfere para a Editora iD e Pronome Interrogativo, sem quaisquer ônus para esta e em caráter definitivo, plena e totalmente, todos os direitos de publicação para divulgação do resultado.
  • O vencedor ganhará o seguinte prêmio: 01 (um) livro Memórias de Um Amigo Imaginário;
  • Em nenhuma hipótese o ganhador poderá receber o valor do prêmio em dinheiro ou trocar o prêmio;
  • O ganhador deste concurso será informado via e-mail e o resultado será publicado no blog após a escolha da arte mais criativa;
  • O vencedor do concurso autoriza o uso do seu nome nos materiais de divulgação do concurso e do resultado, sem ônus de espécie alguma para os seus organizadores;
  • Ao remeter suas participações, os participantes e seus responsáveis legais estarão concordando tacitamente com todas as normas contidas no presente regulamento.
janeiro 24, 2013 Falando de batalha de capas // Editora iD // Série The Blessed

Batalha de Capas: The Blessed


Esta semana tivemos a resenha de Abençoadas, o primeiro livro da trilogia The Blessed, aqui no blog. E por curiosidade, acabei procurando outras capas do livro e achei a que foi feita pela Hodder Children’s Books, uma capa com cores mais escuras e com mais “atitude”, no estilo Cecília de ser. Em contrapartida, temos uma outra capa americana, idêntica à brasileira, que foi lançada pela Simon & Schuster Books for Young, e posso até me atrever a dizer que é a cara da Lucy, uma das três protagonistas.

Bem, eu já conheço bem a história e facilmente escolheria a brasileira. E vocês, qual escolhem?

janeiro 17, 2013 Falando de Editora iD // Novidades // Novidades Literárias

Novidades Literárias


Sem dúvidas a editora iD é a detentora dos livros que mais quero ler este ano. A maioria das pessoas que visitam o blog sabe o quanto fiquei enlouquecida com Dearly, Departed e foi por isso que em dezembro pedi de presente o segundo livro da série, Dearly Beloved. Mas a editora o lançará e para quem também curtiu bastante o primeiro livro, vai poder ler sua continuação em português muito em breve. Outros livros que mais me chamaram atenção pela qualificação que receberam no GoodReads são: The Diviners, Beta e The Lucy Variations. E para quem gostou de Hereafter, o primeiro livro da série, da autora Tara Hudson, em breve terá o lançamento de sua continuação, Arise.

Uma coisa bem legal é que os livros The Diviners, This Dark Endeavor e The Darkest Minds já estão com os direitos de adaptação vendidos para estúdios cinematográficos.

Vale lembrar que os nomes estão em inglês e as capas podem sofrer alterações. Além disso, a editora poderá acrescentar alguns outros títulos bem legais neste semestre.

novembro 01, 2012 Falando de Dearly Departed // Editora iD // Resenha

Resenha: Dearly, Departed | Lia Habel


Título: Dearly, Departed – O Amor Nunca MorreAutor: Lia HabelEditora: iDSkoob: Adicione!Compre o livro: Clique aquiClassificação: EstrelasEstrelasEstrelasEstrelasEstrelas

Ela é Nora Dearly, uma garota neovitoriana de 17 anos que sofre com a morte dos pais e vive infeliz aos cuidados da tia interesseira. Ele é Bram Griswold, um jovem soldado punk, corajoso, lindo nobre…e morto! No ano de 2187, em meio a uma violenta guerra entre vitorianos e punks, surge um perigoso vírus, capaz de matar e trazer novamente à vida. As pessoas tornam-se zumbis, mas nem todos são assassinos e devoradores de carne. Há os que lutam para que o vírus não se espalhe… Apenas Nora tem o poder da cura em suas mãos, ou melhor, em seu sangue. Ela não sabe disso, e corre perigo. É papel de Bram protegê-la…

A imaginação é um prato cheio para criar e transformar. E é com este mesmo raciocínio que ela pode trazer e inserir novas características aos seres sobrenaturais, como vampiros, bruxas, zumbis etc. Existem pessoas que não gostam desta modificação ou, até mesmo, desmistificação, mas desculpem-me desapontá-los: é inevitável! Nem todo vampiro tem sérios problemas com Sol, alguns até têm poderes duvidosos e diferentes, até as fadas, que achávamos serem seres completamente legais podem ir para o lado “negro da força”. Portanto, se você gosta de histórias de zumbis, mas gosta apenas dos zumbis “originais“, como muitas pessoas dizem, “Dearly, Departed” não é um livro feito para você. Mas se você gostou de “Sangue Quente“, sem dúvidas será um prato cheio!

Em “Dearly, Departed” conhecemos Nora Dearly, uma adolescente de apenas 17 anos, que perdeu a mãe aos 9 anos e o pai aos 16, tem uma vida social com status elevado, em relação aos padrões da sociedade em que vive, e mora com sua tia Gene. Por pertencer à elite, estuda em uma das melhores escolas para moças que existe e tem como companhia sua melhor amiga Pamela, que por ter um status inferior, sofre certo preconceito, tanto na escola quanto na sociedade. Nora vive em um mundo destruído e completamente diferente do que temos hoje, além disso, existe uma guerra constante entre duas tribos: os neovitorianos e os punks. Esta guerra é travada há muitos anos, mas Nora percebe que algo está muito estranho com o modo que os punks vêm enfrentando o exército neovitoriano, sem armas e mordendo os combatentes.

Fazia apenas 1 ano e um dia que o pai de Nora, Victor Dearly, havia morrido e neste mesmo dia, ela estava saindo da escola com Pamela para as férias do final de ano, voltando para casa. Um ano se passara, mas Nora ainda sentia saudade do pai e estava se recusando a deixar o luto. Depois de um ano enlutado, a sociedade em que vivia, lhe permitia deixar a cor preta e agora, com sua idade, sua preocupação seria o debut (palavra em inglês que significa ‘entrar na sociedade’). Tia Gene havia “superado” de uma forma tão incrível que um dia depois do luto ter acabado, iria ao baile com o objetivo de achar um novo marido, pois de certa forma, havia levado Nora à falência, mesmo sendo sua guardiã. Com o baile acontecendo, Nora ficaria sozinha em casa, pois até mesmo os empregados foram ao evento. O que ela não contava era com uma tentativa de sequestro por zumbis. Mas isso não é concretizado, porque Bram consegue evitar o pior. Seria perfeito e incrível demais ser Bram fosse uma pessoa viva, mas ele também é um zumbi.

Senhorita Dearly: estarei do lado de fora, se não quiser abrir a porta. Mas quando estiver pronta, gostaria de jogar um jogo com a senhorita. Pergunte qualquer coisa e responderei com a verdade. Se a resposta fizer com que se sinta um pouco mais segura, recompense-me destrancando uma das fechaduras. Meu objetivo é conseguir meu quarto de volta. O seu é se sentir segura o suficiente para sair daí.

Por falar nisso: por favor, pode dar corda no meu despertador?

Capitão Abraham Griswold

“Dearly, Departed” é um livro incrível. Um steampunk distópico com zumbis! Achei a trama muito bem construída e mesmo tendo vários elementos diferentes, Lia Habel soube ponderá-los, trazendo harmonia para história. Mesmo sendo narrado em primeira pessoa, a autora nos mostra a visão de cinco pontos de vista diferentes: Nora Dearly, a protagonista; Pamela, melhor amiga de Nora; Bram Griswold, o capitão do exército zumbi que salva Nora; Wolfe, capitão de Bram; e… Esperem! Este último vocês terão que descobrir ao ler o livro.

Como vocês podem perceber através da sinopse, existe sim um romance entre uma humana e um não-vivo. Mas não se iludam, “Dearly, Departed” vai muito além disso. Lia conseguiu nos apresentar personagens que se adaptam à sua realidade, verdadeiros humanos, que mudam e agem quando precisam, mas são extremamente humorados e irônicos quando possível. Bram e Nora são muito pé no chão quanto ao “problema” que existe entre eles e o mais curioso é que a autora soube conduzir a história dos dois de uma forma muito verdadeira, ambos sabendo da realidade que enfrentam. Os personagens paralelos contribuem de forma significativa para a trama ser o que é. Fiquei extremamente orgulhosa com Pamela, mesmo querendo casar-se e achar um bom marido, ela toma uma atitude diante dos momentos que tem que enfrentar.

Um ponto muito interessante, curioso até, do livro é o prólogo, porque é narrado por Bram e foi uma das partes que mais me deixou intrigada, pois no início não fazia tanto sentido, mas com o desenvolvimento da trama e tudo que ele conta faz sentido. Uma coisa que me deixou muito triste foi a falta da revisão e cuidado com erros ortográficos. Isso, sem dúvidas, deixa a desejar em relação a qualidade do livro, infelizmente.

“Dearly, Departed” é o primeiro livro de uma série. O segundo, “Dearly, Beloved”, foi lançado nos EUA, mas ainda não existe previsão de lançamento aqui no Brasil. Estou pensando seriamente em comprá-lo em Kindle Book para matar a curiosidade do que poderá acontecer.

outubro 25, 2012 Falando de Editora iD // Quote da Semana // Trecho da Semana

Quote da Semana


..

Segurando a respiração, fiquei imóvel. Não me considerava covarde, e agora era o momento de provar isso a mim mesma. Decidi olhar, como na noite anterior. Nada então, nada agora. Provavelmente eram apenas meninos brincando no escuro.Abri as cortinas.Uma caveira me encarou com olhos escuros soltos nas órbitas, sem carne em volta.E sorriu.O punho da coisa entrou pela janela. Gritei e pulei para trás. O mundo pareceu explodir, com estilhaços de vidro voando e mais cadáveres saltando para dentro do estúdio.É a única maneira de descrever o que via.
Página 66

Acho que este é o primeiro livro com estilo steampunk que leio e, por mais incrível que pareça, ele veio acompanhado de zumbis. Sim! Zumbis! Ainda estou no desenrolar da história, mas estou gostando muito de Nora Dearly, filha de um militar, mas não é apenas isso. Ao morrer, seu pai lhe contaria algo que provavelmente é muito importante, mas morreu antes de fazê-lo.

Esta semana demorei um pouco mais para postar por causa de algumas provas que estou prestes a fazer, mas acredito que não será nada fora do normal. Mas me digam, o que estão lendo?

setembro 19, 2012 Falando de Editora iD // Livro baseado em filme // Resenha

Resenha: A Última Casa da Rua | Lily Blake


Título: A Última Casa da RuaAutor: Lily Blake, David Loucka, Jonathan MostowEditora: iDSkoob: Adicione!Compare preços: Clique aquiClassificação: EstrelasEstrelasEstrelasEstrelasEstrelas

No livro, os autores Lily Blake, David Loucka e Jonathan Mostow contam a história da jovem Elissa e sua mãe que, em busca de uma nova vida, encontram a casa dos sonhos em uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos. A cidade tem um mistério. Um assassinato aconteceu bem na casa ao lado.Uma garota matou os pais de forma brutal e desapareceu. Hoje, quatro anos depois, apenas Ryan, o misterioso irmão mais velho, mora sozinho naquela mesma casa, sombria e esquecida no tempo. Indo contra tudo e contra todos, Elissa acaba se envolvendo amorosamente com o estranho rapaz. O que ela não sabe é o quão perigoso esse jogo pode se tornar…

Elissa e Sarah se mudam para uma nova cidade. Sarah, mãe de Elissa, acreditava que um lugar novo conseguiria mudar e melhorar as coisas entre mãe e filha. Elissa, que tinha um duro relacionamento com a mãe desde que seu pai havia ido embora, estava convencida de que uma simples mudança de cidade e casa não poderia mudar nada na vida delas: aonde quer que você vá, lá você estará.

Ao se instalarem na nova casa, são imediatamente convidadas para uma confraternização com seus novos vizinhos. E é assim que Elissa descobre que os moradores daquela região não tinham nenhuma simpatia com Ryan Jacobsen, um rapaz que morava na casa vizinha à de Elissa, uma casa na qual, há quatro anos atrás, tinha sido afetada por uma tragédia, onde Carrie Anne, irmã mais nova de Ryan, aos cinco anos, havia caído do balanço e sofrido um dano cerebral irreparável e depois de crescida, matou seus pais com um martelo. Alguns moradores não sabiam bem o que acontecera com Carrie Anne, alguns diziam que ela tinha morrido porque não conseguia se cuidar sozinha, outros afirmam que ela ainda está pela floresta.

Mary deu mais um passo e alcançou o braço da menina, agarrando seu pulso e puxando com mais força do que pretendia. Foi aí que notou algo diferente de relance. Carrie Anne ergueu a outra mão, revelando, sob a luz fraca do corredor, o martelo que escondia atrás das costas. Por uma fração de segundo seus olhos azuis brilharam, vislumbrando o rosto assustado da mãe que não teve tempo para fazer mais nada.

Tyler, vizinho de Elissa, a convida para ir ao “Encontro de Combate à Fome”, mas infelizmente acontece um grande mal entendido e Elissa precisa ir embora, mas sua mãe estava de plantão e já estava anoitecendo. Surge então uma alma salvadora, um motorista lhe oferecendo carona e esta mesma alma chamava-se Ryan Jacobsen. Num primeiro momento Elissa rejeita a carona, mas acaba cedendo e com esta carona, acaba percebendo Ryan não era nenhum ensandecido no qual a maioria dos moradores vizinhos acreditava que ele era. Eles começam a conversar, relacionar-se, mas as coisas podem mudar e complicar.

A Última Casa da Rua” é um livro baseado no filme, com mesmo título, estrelado por Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”). Uma história incrível, uma trama muito bem construída, inesperada até, mas infelizmente, como disse ontem no Quote da Semana, é pouco livro para muitos detalhes. Apenas duzentas páginas é pouco para uma história tão complexa que poderia ser desenvolvida com mais mistério e cautela. Mas este livro foi um ótimo “aperitivo”, para dar um gostinho de quero mais para assistir o filme. Acredito que na telona a trama será mais de acordo com o tempo da história e seus acontecimentos.

“A Última Casa da Rua” estreará no dia 7 de dezembro aqui no Brasil. Confira o último trailer lançado:

Se você gosta de suspense e terror, sem dúvidas amará esta história.

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