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janeiro 28, 2013 Falando de Jane Austen // Orgulho e Preconceito // Top 5

Top 5: As Capas Mais Legais de Orgulho e Preconceito


Hoje o romance Orgulho e Preconceito completa 200 anos de seu lançamento. Um dos romances mais amados, que continua fazendo sucesso depois de dois séculos. Jane Austen o terminou em 1797, mas foi publicado apenas no dia 28 de janeiro de 1813. Escrito na época da transição na monarquia inglesa, numa época muito rural, no começo da classe média rural, Jane foca sua obra neste momento da história. Orgulho e Preconceito consegue sinalizar bem as questões de sua época, mas sua obra acaba se refletindo nos anos seguintes, com questões como a ascensão da mulher e da classe média emergente, que acaba valorizando o romance como gênero.

Como homenagem ao aniversário da obra, a cidade de Bath, onde Jane Austen foi morar em 1800, fará uma maratona de Orgulho e Preconceito que será lido em curtos períodos de 10 minutos por 140 celebridades, autores, políticos, músicos, atletas, crianças, dentre outras personalidades. Você pode acompanhar a leitura ao vivo aqui.

É curiosa e ao mesmo tempo linda a forma que os ingleses estão valorizando esta data, espero que algum dia comemoremos o aniversário de obras clássicas brasileiras. Quem sabe, não é?

E como geralmente em datas comemorativas crio um Top 5, nada mais justo que fazê-lo também para um livro tão encantador como esse. Portanto, estas são as cinco capas mais legais que já vi de Orgulho e Preconceito:

Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.

Caso você ainda não tenha lido, aqui tem dez motivos para ler essa obra incrível.

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