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maio 12, 2016 Falando de Resenhas

E desaparecemos um no outro por Ivan Jaf + Sorteio



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E desaparecemos um no outro, do autor Ivan Jaf, é aquele tipo de livro que, mesmo sendo adolescente, consegue te encantar e te levar para tempos mais simples. Apesar de todas as preocupações e os medos que se tem nessa época, é gostoso lembrar os momentos com os amigos, as conversas e amizades sinceras que essa mesma época traz. E assim é a escrita do Ivan, com poucas palavras, consegue moldar e criar um mundo em que muitos jovens já estiveram, estarão ou estão.

Com uma escrita leve, mas direto ao ponto, Ivan consegue tratar assuntos que permeiam essa fase da vida, como perder a virgindade, principalmente como a sociedade vê uma menina que não é mais virgem e um menino que ainda é, ciúmes, a falta de diálogo entre pais e filhos, religiosidade e muitas outras coisas. Além disso, esse é um livro que apesar de ser uma leitura rápida, possui personagens característicos e não pensem que são infantilizados, viu?

Sorteio

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maio 03, 2016 Falando de Resenhas

Suicidas por Raphael Montes



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Raphael Montes é o tipo de escritor que pode fazer o leitor simpatizar com psicopatas, se sentir vidrado quando o assunto são os 7 pecados capitais e te agarrar pela mão e não deixar você sair do porão com uma arma carregada em uma roleta-russa. Acredite, essa é aquele autor cheio de surpresas, que mesmo você prevendo o que pode acontecer, você ainda é surpreendido como tudo lhe será apresentado.

O primeiro livro que li do Raphael foi Dias Perfeitos, onde fiquei encantada com a história e, como disse, me simpatizei com uma pessoa doente. O segundo foi O Vilarejo, onde vamos caminhando por contos que se ligam num final sensacional. E o terceiro foi Suicidas, um livro que te envolve de tal maneira que é impossível largar a leitura, mesmo quando você é obrigado a fazê-lo.

Em Suicidas, conhecemos a história de nove jovens cariocas que resolvem participar de uma roleta-russa. Tecnicamente, somente um deles morreria, certo? Mas todos eles estão num mesmo porão, com o mesmo objetivo: morrer. Para conhecer a história por completo, temos três elementos: um caderno com as anotações quase que diárias de Alessandro, um dos suicidas; o livro que encontram no local do crime e que Alessandro começa a escrever no dia da roleta-russa, já que ele é um aspirante à escritor e acredita que esse livro será publicado; e o diálogo das mães dos jovens mortos, um ano depois do ocorrido, para ler esse livro e amarrar as pontas soltas.

A partir daí, temos uma visão completa de jovens que têm motivações particulares para dar fim à própria vida, jovens que são de classe média, que são produtos do meio em que viveram. Além disso, somos envolvidos numa narrativa que tem elementos visuais na medida certa, mas como queremos saber exatamente o que está acontecendo nessa história toda, não conseguimos largar o livro por nada.

Falei um pouco mais sobre o livro lá no canal:

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abril 19, 2016 Falando de Resenhas

A Rebelde do Deserto por Alwyn Hamilton



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Sabe um livro que mistura cultura árabe, young adult e uma pitada de velho oeste? A Rebelde do Deserto é exatamente e um pouco mais.

Amani, nossa personagem principal, é forte, decidida e quer fugir do seu “destino” de um casamento forçado. Para isso, ela resolve entrar numa competição de tiro disfarçada de menino. Mas, para sua surpresa, ela conhece um forasteiro que vai mudar sua vida e pode ser sua melhor rota de fuga. A menina de 17 anos consegue fugir da Vila da Poeira, mas não fazia ideia que encontraria um mundo em rebelião, com revoluções acontecendo e seres que ela só conhecia nas lendas e mitos.

Com aventura, romance, mitologia árabe na medida certa, A Rebelde do Deserto é um livro que pode conquistar desde amantes de YA até de fantasia em geral.

Além do vídeo, onde falo um pouco mais sobre o livro, tem um sorteio bem legal acontecendo, já que o livro chegará às livrarias no dia 22 de abril:

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abril 12, 2016 Falando de Resenhas

Miniaturista por Jessie Burton



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Miniaturista é o tipo de livro para quem ama ficção histórica. A autora, Jessie Burton, conseguiu criar uma atmosfera sem igual com suas descrições cheias de detalhes, que nos remete à Amsterdã do século 17, com seus preconceitos, onde as pessoas queria aparentar serem feitas de ouro, mas por dentro eram pura lama, uma sociedade totalmente patriarcal, onde uma mulher não tinha direito de ser a arquiteta da própria vida.

E é nessa história que conhecemos a saga de Nella, uma menina de 18 anos que se casa com um rico comerciante para tentar salvar o que restava de dignidade da família. Família essa que ela teve que deixar para trás quando se mudou para a casa de seu marido, onde foi tão bem recebida quanto um resfriado. Como presente de casamento, Johannes dá à ela uma casa de bonecas, para que seja melhor educada e que passe o tempo. Mas o único presente que Nella queria receber era a visita de seu marido ao seu leito nupcial, porque até o momento não havia, para a sociedade da época, se transformado em uma mulher, de fato.

Falei um pouco mais sobre a história em vídeo, espero que vocês gostem:

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abril 05, 2016 Falando de Resenhas

O menino que desenhava monstros por Keith Donohue



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Assim que soube que a Darkside ia lançar um livro sobre um menino autista que via monstros, fiquei muito curiosa e fui logo correndo procurar ver qual era o livro. ‘O menino que desenhava monstros’ é uma das promessas de 2016 da editora e está com o lançamento previsto para outubro, perto do dia das crianças – propício, não é mesmo?

O menino que desenhava monstros, onde o título original é ‘The boy who monsters’, vai contar a história do Jack Peter, uma rapaz de 10 anos que tem Asperger e sofre de agorafobia, o medo de sair de casa. Esse medo de sair de casa foi adquirido quando JP e Nicholas, seu único amigo, quase morreram afogados quando tinham 7 anos. A partir daí, JP mudou e seus pais por outro lado, não sabem lidar com as mudanças dele. Enquanto o pai acredita que essa é uma fase que vai passar, a mãe tem sentido medo do próprio filho, por ele estar se mostrando muito agressivo.

A história começa a ganhar tons mais obscuros quando Nicholas e a mãe de JP começam a ouvir e ver os monstros. Já o pai, sempre muito cético, acredita que tudo o que tem visto são pessoas ou coiotes, até mesmo lobos gigantes. Mas nós, como leitores, não sabemos exatamente em quem acreditar. O jeito é ler o livro e tirar nossas próprias conclusões.

Falei um pouco mais sobre os personagens, a história e tudo o que autor criou com um toque maravilhoso. Espero que goste:

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março 15, 2016 Falando de Resenhas

O Sorriso da Hiena por Gustavo Ávila



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Encontrar um autor nacional, que escreva tão bem um romance policial com uma pegada psicológica foi uma alegria e tanto. O Sorriso da Hiena é uma história que mistura suspensa, assassinatos, comportamento e moral de uma maneira que deixa o leitor vidrado, com uma vontade gigantesca de terminar o livro para saber o final. E o final… meus amigos! Que final!

Gustavo Ávila vai nos mostrar três personagens que vão transformar a história no que é: William, um psicólogo que ficou conhecido por sua tese chamada ‘Como se tornam adultos’, que vai analisar se o estresse pós-traumático vai afetar e mudar o caráter de uma pessoa durante seu crescimento. Com isso, um rapaz chamado David se propõe a deixar crianças órfãs para que esse psicólogo as analise. Um jogo moral, sem dúvidas! Enquanto isso, o detetive Artur vai cuidar dos casos que surgirem.

O mais curioso – e incrível – dessa história, é que o autor se propõe a deixar o leitor confuso com relação aos sentimentos sobre certo e errado, assim como os personagens. O William, por exemplo, está numa posição extremamente arriscada, já que seria incrível ver como essas crianças se comportaria, mas ainda assim seria terrível vê-las perder os pais.

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