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outubro 26, 2011 Falando de Eu vou ler

Eu vou ler #7


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Cidade das Cinzas, por Cassandra Clare

Jace parece determinado a deixar todos ao seu redor enfurecidos. O caçador de sombras já é visto com desconfiança, pois seu pai, Valentin, quer dominar o mundo. Além disso, triângulos amorosos surgem, vampiros renascem e angústias adolescentes florescem em seu grupo de amigos.

Depois de ler o primeiro livro, a pessoa enlouquece e quer logo devorar o segundo. E cá estou eu! Devorando as páginas e tendo um pouquinho de raiva do Jace logo de cara. O que está acontecendo com esse guri agora gente? Resolveu dar uma de adolescente rebelde?

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Hex Hall, por Rachel Hawkins

Sophie é uma bruxa e está matriculada em Hex Hall, uma escola de crianças tão diferentes quanto ela, e intituladas Prodígios. Entre inimigos e paixões, acontecem ataques de um misterioso agressor aos alunos da escola e parece que o principal suspeito é o único amigo que Sophie tem. Ligando os fatos, ela descobre que uma antiga sociedade secreta pretende exterminar os Prodígios – e ela é a primeira da lista.

Bom, tenho que dizer que foi paixão a primeira vista com esse livro. A sinopse e a capa bailam juntas e foi exatamente o que me atraiu e depois que vi que já saiu Demonglass, a continuação deste livro, pirei!
Eu sei que tenho lido muitos livros com a temática do sobrenatural, mas eu não gosto apenas deste estilo, ok? É porque alguns me atraem tanto pela sinopse, quanto pela capa, que acabo não resistindo. Mas os próximos da minha lista não serão desta linha, aguardem!
outubro 22, 2011 Falando de Cidade dos Ossos // Resenha

Resenha: Cidade dos Ossos | Cassandra Clare


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Editora: Galera Record
Autora: Cassandra Clare
Série: Os Instrumentos Mortais

Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

OMG! Era exatamente isso que eu dizia em diversos momentos do livro. Terminei de lê-lo sem ar! Sério! Cidade dos Ossos é o tipo de livro que você perde horas e horas de sono para saber os próximos acontecimentos. 
A autora usa uma linguagem bem simples, mas muito, muito rica em detalhes. Devo confessar que o único problema para mim foi a autora dizer que pessoas com 1,50 de altura são “bonitinhas“, como assim gente? Minha auto-estima foi parar onde? No fundo do poço, né? Mas ela me reconquistou  por unir diversos fatores do mundo sobrenatural como fadas, lobisomens, vampiros, bruxos e muitos ‘novos seres’ de uma maneira muito inteligente e harmoniosa onde tudo se encaixa, onde existe um Acordo.
A trama gira em torno da Taça Mortal, um instrumentos mortal que cria novos Caçadores das Sombras, e é com este pressuposto que uma incrível aventura inicia e conhecemos Clary, Simon, Jace, Alec e Isabelle.

Eu sou Clary. Minha mãe é Jocelyn Fray. Eu moro na Berkeley Place, 807 no Brooklin. Eu tenho 15 anos. Meu pai se chamava…

Clary, o mais novo estilo de heroína que pude conhecer: desajeitada, pateta e meio boboca; mas que acabou lutando por aquilo que ela realmente acreditava. Nunca conheceu seu pai, tinha um ‘tio’ que se chamava Luke que estava sempre junto à ela e sua mãe Jocelyn. Sua mãe, uma exímia pintora, nunca falou muito sobre sua vida e tinha uma misteriosa caixa com as iniciais J.C. (não é Jesus Cristo, dica!). Simon, melhor amigo de Clary, nerd que curte Dungeons and Dragons. Jace, lindo, loiro, super grosso e exibido, mas ao mesmo tempo muito divertido; é irmão de consideração de Alec, um rapaz muito misterioso que me surpreendeu; e Isabelle, linda e convencida, ambos Caçadores das Sombras.
Tudo acontece muito rápido! Clary vê sua vida mudar completamente na boate Pandemônio. Ela presencia coisas que nenhum mundano havia presenciado, até aquele momento.

Infelizmente senti que alguns personagens secundários ficaram meio perdidos em alguns momentos e alguns sentimentos não muito bem explicados, o que poderia ter acontecido já que a narrativa é em terceira pessoa, mas fora isso, não consegui me deparar com nenhum ponto negativo, todos os fatos se encaixam perfeitamente, não há nada solto.

Não tem como não se envolver na estória! Em um segundo podemos amar um personagem, mas podemos odiá-lo tão rápido quanto o amamos. Tudo muito original, com detalhes ricos, imprevisíveis e inimagináveis. Cassandra nos dá um final surpreendente que nos deixa com um gostinho de quero mais, desesperadamente!

Classificação:

outubro 19, 2011 Falando de Novidades Literárias

Novidades!


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Filme: Capitães de Areia – Cecilia Amado

Os “Capitães da Areia” – Pedro Bala, Professor, Gato, Sem-Pernas, Boa Vida e Dora são personagens que Jorge Amado um dia criou para habitarem eternamente na memória de seus leitores. Abandonados por suas famílias, eles são obrigados a lutar para sobreviver pelas ruas de Salvador. Mais atual do que nunca, a história destes personagens imortais da literatura mundial nos emociona e inspira de forma profunda.

Confira o trailer!

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Yume – Kamile Girão

Por detrás das roupas surradas masculinas que costumava vestir, um mundo incrivelmente estranho se escondia. Nadia sabia que sua cabeça não era comum e que suas ideias divergiam do que era normal. Apenas ela conseguia ver o que não existia. Apenas ela era capaz de desenhar com perfeição um personagem visto em um sonho. Guitarrista, estudante, filho, cético, objeto sexual de quem o quisesse. Ainda assim, Adrien não era feliz. Contudo, a vida monótona e libertina parecera ganhar um sentido especial quando estranhos sonhos se projetaram em sua mente e quando a missão aparentemente inimaginável lhe fora imposta: impedir que uma determinada garota chegasse ao Yume, o local proibido para meros humanos.

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O Atlas Esmeralda – John Stephens

Este é o primeiro livro da trilogia Os Livros do Princípio e também o romance de estreia de John Stephens, roteirista, diretor e produtor de televisão de Hollywood. Fã dos livros de J. R. R. Tolkien e de J. K. Rowling, Stephens narra em O Atlas Esmeralda a história de três irmãos que descobrem um livro mágico e viajam por uma terra encantada em busca de seus pais.
Há dez anos, numa noite de inverno, os irmãos Kate, Michael e Emma foram tirados de suas camas às pressas, perseguidos por criaturas estranhas e levados para longe de seus pais, os quais nunca mais viram. Desde então, os três passaram todo esse tempo vivendo em vários orfanatos sem saber o que de fato aconteceu naquela noite.
Segundo Stephens, uma das mensagens que ele espera passar aos leitores é a de que livros podem ser mágicos, “como o livro que Kate, Michael e Emma encontram e os transportam através do tempo, ou como um livro que você lê e o leva para uma aventura a outro mundo”. O Atlas Esmeralda será publicado em mais 35 países.

outubro 17, 2011 Falando de Sem categoria

Amor ou ódio: Machado de Assis


Bom, resolvi fazer este post porque ultimamente tenho visto muitas pessoas dizendo que não gostam de literatura clássica brasileira e eu, como uma boa estudante de literatura, defendo o bom e velho clássico. Sim, eu amo as novas publicações, alguns vieram para revolucionar! Digo isso com toda certeza, tanto em nossa literatura brasileira, como André Vianco; como na literatura americana, tal qual Suzanne Collins, Cassandra Clare, dentre muitos outros.
Muita gente torce o nariz quando ouve o nome ‘Machado de Assis’. Alguns dizem que não gostam e nem tentaram ler nenhuma de suas obras, outros dizem que ama apenas para sentir-se mais ‘cult’. E eu sei bem o que é ODIAR Machado! Em um passado, não muito distante, quando tinha por volta dos 12 anos, minha professora de português da época pediu que fizéssemos um resumo da obra ‘Dom Casmurro’ e convenhamos, é difícil para uma criança de 12 anos, que não conhece nada da vida, perceber a verdadeira essência que Machado gostaria de passar nesta obra, onde havia possíveis traições, tringulos amorosos, toda a dúvida que o escritor transpassa em sua obra, além de muitos outros acontecimentos sociais, os quais vemos até hoje.
Machado foi um escritor que criou seus textos entre o ano de 1854 e sua última publicação foi em 1908, findando sua vida e publicações com Memorial de Aires. Mas não pense que nosso querido Machadão escreveu para os intelectuais da época não, ele não tinha nem o objetivo de ‘falar difícil’. Na verdade, ele escrevi para o povão, que naquela época utilizava uma linguagem bem diferente da nossa atualmente. Este incrível escritor preocupava-se muito com seus leitores, posso até afirmar que a informação para ele era primordial e marcada também por humor bem sutil, o que fazia parte de seu jeito carioca de ser.
E se você realmente quer curtir ou ao menos tentar conhecer Machado de Assis começando por uma leitura bem light e curiosa, aconselho a começar por Memórias Póstumas de Brás Cubas. O livro marca um novo estilo na obra de Machado e não foi à toa considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil, mas isso já é outro assunto.
Este livro trata-se de um “defunto-autor”, é isso mesmo, o cara já morreu e quer escrever sua autobiografia! É narrado em primeira pessoa e é desta forma que Brás Cubas nos mostra a sociedade carioca do século XIX. E uma coisa bastante interessante que Machado consegue trazer à tona neste livro são as problemáticas da nossa sociedade, que por incrível que pareça, existem até hoje. Ele nos mostra de uma forma irônica como nosso país foi formado e suas contradições.

Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de D. Plácida, nem a semidemência do Quincas Borba. Somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: — Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.

Muitas pessoas que já leram ou algum dia vai ler alguma de suas obras, com certeza vão continuar não gostando, muita gente não consegue, de maneira alguma, engolir Machado. Mas cada um com seu gosto, não é mesmo? Por outro lado, há o quesito idade, como havia dito no começo e como afirma Antonio Carlos Viana: dar Machado de Assis para um menino de 15 anos é querer que ele não goste de literatura, nunca mais.
Para quem nunca leu, ao menos tente, acho válido! (:
outubro 15, 2011 Falando de Resenha

Resenha: A Esperança | Suzanne Collins


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Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais de lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução.
A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo.
O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?
Acompanhe Katniss até o fim do “thriller”, numa jornada ao lado mais obscuro da alma humana, em uma luta contra a opressão e a favor da esperança.

É difícil dizer adeus para Katniss e todos que a acompanharam nessa longa jornada cheia de lutas, muitas perdas, tristezas e alguns momentos de alegria. Mas vamos pensar em um ‘até logo’, porque em 2012 a veremos na telona, torcendo para que os produtores do filme sigam a risca o livro.
Mas vamos à resenha! Bom, havia lido os dois primeiros livros, os achei maravilhosos e não sabia ao certo o que esperar de ‘A Esperança’. Vi algumas resenhas negativas sobre o final, mas não absorvi o que li, apenas deixei a leitura me levar e acreditei muito na Katniss que conhecemos nos Jogos Vorazes. E para mim, foi um final maravilhoso, glorioso e emocionante. Existem diversos fatores para que eu possa considerar isso, mas se os enumerar, darei spoilers de alguns acontecimentos, o que não é legal, certo?
Suzanne continua escrevendo sem pudor algum, narrando cada detalhes de cenas de perseguições, torturas e assassinatos. Podemos ver também o lado político da coisa, pessoas buscando o poder e assim, entendemos melhor o motivo de tudo estar acontecendo. Um outro fator relacionado à politica seria a crítica ao sistema de república que nossos antepassados possuíam, mas que não funcionou, foi ai que o mundo estava no estado que encontramos desde o primeiro livro.
Conhecemos também uma Katniss mais irônica, mais humana e, em certos momentos, mais alegre, aproveitando os flashs de alegria que a vida lhe oferecia. Não alegrias extremas, mas pequenos momentos em que alguém conseguia arrancar algum sorriso, muito sincero, dela. Mas infelizmente, conhecemos também uma Katniss marcada por tudo o que passou e isso a afetou muito psicologicamente.

Meu nome é Katniss Everdeen. Eu tenho 17 anos de idade. Minha casa é o Distrito 12…

Além dos personagens que conhecíamos, os quais percebemos que amadureceram muito, surgem novos, alguns você tem ódio só de imaginar (leia-se Johanna ), outros você ama de graça, como a Delly, Finnick, Annie, Ennobaria e Beetee. Também não podemos nos esquecer da equipe de preparação de Katniss que me dá vontade de apertar cada um!

Peeta ou Gale? Eu sou totalmente Team Peeta, declarada e assumida desde o primeiro livro! Mas neste livro você irá se deparar com certas situações difíceis, tanto para Peeta quanto para Gale. E ao meu ver, eles mudaram muito.

O que disse no primeiro e segundo livro, continua no terceiro: intenso! E agora, um pouco mais tenso.

Classificação:

outubro 10, 2011 Falando de Top 5

Top 5: Vilões da Literatura



Sauron (Senhor dos Anéis): Em primeiríssima posição, sem questionamentos, vem o responsável por ter forjado o anel mais maligno e poderoso já conhecido, o Anel Um. Lutou contra seus opositores sozinho e controlou aqueles que usavam os Anéis do Poder sem fazer nenhum esforço, sem derrubar nem uma gota de suor do rosto. Já podemos dar um certificado de maldade para ele, né? Tudo bem que Sauron foi derrotado pela “mais pequena das criaturas”, mas deveria existir novos vilões como ele!
Voldemort (Harry Potter): Você-sabe-quem ou Aquele-que-não-deve-ser-nomeado, o homem é tão ruim que as pessoas evitam dizer seu nome! Voldemort, o lorde das trevas, o tão amado e odiado, o assassino de Lilian e Tiago Poter, mas que para sua infelicidade, não conseguiu matar Harry, o maior causador de seus problemas. Tinha como objetivo controlar o mundo mágico, adquirir a imortalidade através da Arte das Trevas e espelhar a superioridade dos sangue-puros. Foi ele, o maior colaborador para a criação dos sete livros da série que, de certa forma, mudaram a literatura atual e também, de tornar os filmes produzidos, os mais vistos da história.

Feiticeira Branca (As Crônicas de Nárnia): Apesar de ser uma mulher muito formosa, assim como retratada no livro (porque no filme eu não achei ela muito bonita não!), é muito temida pelas criaturas de Nárnia por ser tão autoritária, presunçosa e fria. Possui uma varinha que pode transformar todos, exceto Aslam, em pedra. E como prova de sua maldade, criou um salão especialmente para suas ‘obras de arte’ petrificadas. A mulher congelou Nárnia por 100 anos! Brincava de transformar as pessoas em pedra, quer mais o que? ‘Bonitinha, mas ordinária’, Jadis merece exatamente este título!
Capitol (Série Jogos Vorazes): O Capitol consegue comandar a vida de milhões de pessoas em 12 Distritos diferentes, mata, no mínimo, 23 pessoas por ano nos Hunter Games para mostrar seu poder, dizendo ao pé da letra: para mostrar quem manda na cocada preta, fazendo com que as pessoas ajam da maneira que eles querem e como querem. O Presidente Snow, uma cara frio, sem alma e sem coração, o principal responsável para fazer com que o Capitol seja desse jeito, porque assim como Jaiminho (que quer evitar a fadiga), ele quer evitar revoltas e seu único objetivo é manter tudo ‘sob controle’, para manter o Capitol no poder.
Medéia (de Eurípedes): Ela, Medéia, uma grande feiticeira, deixou sua pátria para trás e passou por cima de sua família, literalmente, matando seu irmão e deixando-o em pedacinhos para que seu pai o recolhesse, para atrasá-los e fugir com seu amor, Jasão. Depois de muitas águas e histórias rolarem, Jasão a troca pela filha do rei Creonte, fazendo com que Medéia sinta-se injustiçada e traída. É neste momento em que seu lado ‘do mal’ aflora matando os filhos que ela teve com Jasão. Medéia é muito poderosa, fez de tudo por Jasão, mas no momento em que ela se sente afetada, sai debaixo, porque a mulher fica maluca!
O que acharam do Top 5? Existe algum personagem que vocês colocariam? Ou retirariam?

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